A Repasseado tem o prazer de apresentar um festival de dois dias, onde todos os seus artistas vão partilhar o mesmo palco, cada projeto no seu momento e universo próprio. Estes concertos serão apresentados em Lisboa, no Capitólio. Este evento em Lisboa, no centro da cidade, constitui uma oportunidade de dar visibilidade a este género musical, um estilo para o qual cada vez mais músicos se voltam, percebendo a importância que tem irem beber à sua própria identidade, para criar música no século XXI.

Nestes concertos os protagonistas são O Bicho Carpinteiro, A Cantadeira, Seiva, Omiri e Lusitaninan Ghosts agenciados pela Repasseado, focada em divulgar a riqueza identitária do nosso país e mostrar como ela se pode tornar parte integrante de vários géneros musicais, do rock, ao pop, à eletrónica.

O Festival Repasseado Lisboa vai acontecer em dois dias, a 4 e 5 de Dezembro. Dia 4 o projecto Da Seiva à Árvore sobe ao palco da parte da tarde para viajar por Portugal, com o público infantil, com as canções tradicionais portuguesas. À noite há concertos de Seiva, Lusitanian Ghosts e OMIRI. Dia 5, logo de manhã ,o projeto TAKATUM traz o espetáculo Ah! Ah! Ah!, uma experiência de música e ritmo para crianças de todas as idades e ao final da tarde sobem ao palco A Cantadeira e Bicho Carpinteiro.

Sábado 4 Dezembro

Mobirise

Da Seiva à Árvore (Para Famílias)

15.30h

A pensar na recuperação da ligação dos públicos mais jovens, ainda em idade escolar, com a sua própria cultura SEIVA, criou “Da Seiva à Árvore” um concerto para convidar os mais novos a conhecer melhor a música tradicional do seu país.
No concerto-oficina, as crianças e jovens terão oportunidade de estar num concerto em que podem interromper, conversar com os músicos, colocar questões sobre os instrumentos, como funcionam, de que zona do pais são oriundos, perceber melhor o que são canções de romaria, as canções de trabalho, as religiosas, etc.

Com o apoio da Dgartes os Seiva criaram um livro com todas as canções do espetáculo e este será ilustrado com as suas ilustrações, cada uma alusiva a cada música e cada dança tradicional. 

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Lusitanian Ghosts

21h

"Onde o passado se cruza com o futuro: uma missão para preservar e promover a cultura musical portuguesa, adaptando as anciãs violas regionais populares ao rock n roll internacional."

Um país milenar com raízes etno-musicais que ultrapassam os séculos. Instrumentos cordofones desconhecidos pelo mundo e quase esquecidos em Portugal; com nomes tão apaixonantes quanto as suas variadas afinações: a Amarantina, Beiroa, Toeira, Braguesa, Terceira ou Campaniça. Neil Leyton, cantautor de rock n roll Luso-Canadiano, juntamente com o seu amigo Sueco, Micke Ghost, fundam o projecto Lusitanian Ghosts: um colectivo de artistas dedicado à experimentação casando o rock n roll internacional com os cordofones Lusitanos.

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Seiva

22h

Os Seiva são uma das mais originais e internacionais bandas do panorama folk em Portugal. Iniciaram a sua carreira em 2014 com o objetivo de fazer um projeto musical totalmente baseado na música de tradição oral portuguesa. Herdeiros dos extintos Dazkarieh, Vasco Ribeiro Casais e Joana Negrão trouxeram para os Seiva a sua vontade em explorar ainda mais a música tradicional portuguesa, presente nas canções de trabalho, nos adufes e pandeiros, nas canções de fé e em instrumentos como o cavaquinho, a viola braguesa e as gaitas de fole.

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Omiri

23h

Omiri é um dos mais originais projectos de reinvenção da música de raíz portuguesa.

Para reinventar a tradição, nada melhor que trazer para o próprio espectáculo os verdadeiros intervenientes da nossa cultura; músicos e paisagens sonoras de todo o país a tocar e a cantar como se fizessem parte de um mesmo universo. Não em carne e osso mas em som e imagem, com recolhas de video manipuladas de modo a servir de base para a composição e improvisação musical de Vasco Ribeiro Casais.

Omiri é, acima de tudo, remix, a cultura do século XXI, ao misturar num só espectáculo práticas musicais já esquecidas, tornando-as permeáveis e acessíveis à cultura dos nossos dias, sincronizando formas e músicas da nossa tradição rural com a linguagem da cultura urbana.

Domingo 5 Dezembro

Mobirise

Ah! Ah! Ah! (Para Famílias)

11h

Uma coleção de momentos mágicos criados a partir de experiências com ritmo e movimento
para crianças de várias idades. Um espetáculo de música e dança originais que leva o público
numa viagem por diferentes ambientes, brincadeiras e paisagens sonoras. Surpresa,
curiosidade, espanto, diversão!
Uma criação de Marta Coutinho, Ruca Rebordão e Sandra Martins.

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A Cantadeira

17.30h

A Cantadeira é Joana Negrão sozinha em palco mas muito bem acompanhada da sua própria voz, construindo sobreposição de camadas sonoras que servem de base às melodias de inspiração tradicional, assim como invocam paisagens sonoras da nossa memória colectiva. Apesar de também recorrer ao Cancioneiro português A Cantadeira pretende criar novo repertório, dando voz às questões actuais e procurando a tradição dos dias de hoje.

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Bicho Carpinteiro

18.30h

O Bicho Carpinteiro apresenta um rock instrumental e um folk “musculado” regado a viras, fados, chulas e lenga-lengas servidos numa bandeja de ambientes eletrónicos temperados com toda a riqueza que a tradição portuguesa têm para oferecer.

Violas braguesa e beiroa e cavaquinhos electrificados, bombos tradicionais e adufes quitados e lenga-lengas com auto-tune são as ferramentas que Vasco Ribeiro Casais e Rui Rodrigues, dois músicos com “bicho carpinteiro”, usam e abusam para trazer o caldeirão nostálgico de Portugal a uma nova luz.

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